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SELEÇÕES IMORTAIS DAS COPAS – O Chile de 98

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10/06/14

Salve Caneleiros!

Hoje me dirijo a vocês para falar um pouco sobre uma seleção que tenho uma certa simpatia e a qual me marcou, principalmente na Copa da França, em 1998.

Muitos são os motivos para eu ter empatia com a seleção Chilena. Seja pelo fato de os chilenos CAGAREM de medo do Cruzeiro, seja pelo nosso apelido de “La Bestia Negra” ter vindo de lá, seja pelos ídolos Marcelo Salas e Ivan “Bambam” Zamorano.

Lembro que com meus sete anos de idade, o hino do Chile, durante os jogos Franceses, sempre despertavam minha atenção.

Eu sempre cantava “enesíro BATATA reción” quando o original era “o el asilo contra la opresión”.

Em 1998, a seleção Chilena entrou pra história, se classificando para a segunda fase sem vencer um único jogo na fase de classificação, sendo eliminada pelo Brasil nas oitavas de final por 4 x 1. Ta mal? Joga contra o Chile!

Porém, para os Chilenos, essa participação não entrou para a história por causa do resultado em si, mas pela conquista de dois grandes ídolos, já citados acima.

Zamorano, para muitos, é o maior jogador da história do Chile, ao lado de seu companheiro de ataque em 98. Ídolo nacional e até hoje é lembrado como tal.

Capitão na Copa do Mundo da França, “El Bambam” encantava a todos com sua garra em campo, que superava qualquer limite técnico.

Marcelo Salas, mesmo com a fraca campanha chilena, terminou a Copa daquele ano como um dos artilheiros. Marcando quatro, dos cinco gols chilenos. O atacante tinha faro de gol.

Atrevo-me a dizer que, se a seleção Chilena tivesse bons jogadores de criação em 98, poderiam ter ido muito mais longe que o modesto 16º lugar.

Com uma defesa sólida formada pelo goleiro Tápia e os defensores Margas, Rojas e Reyes; os comandados de Nelson Acosta pecavam no último passe. Jose Luiz Sierra já não jogava em alto nível a um bom tempo, enquanto seu companheiro de criação, Fabián Estay, era nada mais do que transpiração.

A dupla de atacantes “Sa-Za”, assim chamada pelos torcedores, são nada menos que os maiores artilheiros da história da seleção Chilena. Marcelo Salas com 37 gols, e Ivan Zamorano com 34.

“El Bambam” ainda comandaria a seleção Olímpica de 2000 à campanha do inédito Bronze daquele ano, sendo artilheiro da competição com seis gols.

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1 comentário

  1. SELEÇÕES IMORTAIS DAS COPAS – O Chile de 98 - Voorus Esportes disse:

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