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Ego x Poder – uma doença alviverde

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17/08/16

Desde que o ser humano habita a Terra existe a discordância de opiniões. A palavra discordância tem a mesma raiz da palavra discórdia, portanto ao discordar de uma opinião estamos sujeitos a criar um cenário de guerra pelas diferenças apresentadas.

As diferenças se evidenciam conforme a posição que ocupam os líderes dos grupos. Nessa hora as decisões são tomadas por um período de instabilidade e, em teoria, prevalece a palavra do mais forte.

Quem acompanha o Coritiba sabe que existem grupos formados por integrantes dos conselhos, sendo que alguns tem apoio da diretoria e até da torcida.
Em princípio esses grupos se formam pela afinidade de pensamentos de sua maioria. Como temos vários grupos, várias são as afinidades e, porque não dizer, várias também são as diferenças.

Mas onde se encaixa a comodidade?

A composição dos grupos, como falei se dá pela afinidade da maioria. Mas a minoria também compõe os grupos e é essa minoria que usa o poder que tem em mãos, para que os assuntos tomem o rumo que eles querem. Um exemplo: O caso conhecido por “Crise do Whatsapp”, que contou com eventos como a demissão do dois integrantes do quadro de funcionários do clube, sendo que um deles compõe o quadro do conselho vitalício, a absolvição de outros seis membros do mesmo grupo por falta de provas, bem como a expulsão do quadro de associados do delator, Bruno Kafka. Na continuidade do processo, agora em 2016, Kafka veio ser absolvido em processo de revisão da ação, sendo reintegrado ao quadro de associados.

Outro exemplo: recentemente vimos o Coritiba procurando por um técnico. Pachequinho, ídolo, ex-atleta e atual funcionário do clube, atuou de maneira improvisada, enquanto o clube buscava por uma opção do mercado que atendesse a contento. Enquanto o tempo passava, os grupos trabalhavam de certa maneira independentes. Assim surgiram dois nomes: Paulo Bonamigo e Paulo Cesar Carpegiani. Soubemos de Bonamigo pela imprensa através de um colunista torcedor do rival. Há quem diga que havia um terceiro nome, indicação de um outro grupo: Geninho.

Nesse caso, a pergunta que fica: será que esses grupos trabalham para e pelo Coritiba ou para atender seus próprios interesses?

Conclusão

Percebo nas redes sociais uma manifestação de alguns eximindo-se da responsabilidade do voto, justificando que a escolha pela Coxa Maior, na época, era o melhor a se fazer. Então eu compartilho dois vídeos de uma mesma campanha, um trabalho que a OAB-SC e o Diário Catarinense estão desenvolvendo denominada VOTO CONSCIENTE para provar que nem sempre isso é verdade, quando se tem acesso às informações corretas.

Vídeo 1

Vídeo 2

PS.: Não deixe de ler também: ETERNA OPOSIÇÃO É IGUAL A CÔMODA SITUAÇÃO

SAV
RODRIGO

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