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Alex Brasil, Clássico, Green Hell e Kazim Richards – um dia memorável para o Coritiba

por
1/07/16

Kazim Richards

Alex Brasil

A quarta feira que passou, do Coritiba para o torcedor, é daqueles que ficará gravado na memória por um bom tempo. Depois da recusa de Milton Cruz, os laços entre o clube e o ex-diretor de futebol de Londrina, Paysandu e Paraná Clube, estreitaram. Assim, Alex Brasil foi anunciado para dirigir e gerenciar o departamento de futebol do Coritiba, tendo como mensagens, a responsabilidade compartilhada com o colegiado e a força de vontade em mudar os status de “brigar para não cair” para “brigar por títulos”.

Green Led Hell

Na continuação, foi organizado pela torcida um movimento para inovar nas arquibancadas, que foi utilizar a lâmpada do flash dos smartfones piscando, como que lembrassem os piscas, atualmente proibidos de ser usados pela CBF. A festa ficou muito bonita, pois as luzes em sua maioria eram verdes, seguindo orientações enviadas pelas redes sociais. Acredito que a adesão venha aumentar e se estender a todo o Couto Pereira, o que vai fazer com que a festa seja a maior do Brasil, novamente.

O jogo

A partida por si só, não foi das melhores de se assistir. Com poucos lances de real perigo, a tendência natural era que a decisão viesse num lance de bola parada ou em um contra ataque encaixado. Quis a natureza que o meia Ruy saísse machucado, para dar lugar ao inglês naturalizado turco, Colin Kazim Richards, que em pouco mais de 15 minutos resolveu a partida, num lance de bola parada.

Colin Kazim Richards

A passagem inicial de Kazim lembra a passagem de outros atletas estrangeiros pelo Coritiba, como o argentino Ariel (atualmente no Internacional), o angolano Geraldo (atualmente no Clube Desportivo 1º de Agosto, em Angola), o camaronês Joel (atualmente no Santos).

É cedo pra afirmar, mas o novo camisa 10 (que na história do futebol é tida como o ponto mais alto, o centro nervoso do time) é candidato a ídolo do Coritiba. E não é só por ter feito gol no rival, mas pelo carisma que vem construindo com a torcida, bem como a identificação com o Coritiba.

E o técnico?

Sabemos que Pachequinho vem atuando numa espécie de mandato tampão enquanto o clube não acerta com um técnico. Entendo que a presença dele é temporária, isso porque Pachequinho é funcionário do clube e cumpre com outras funções no clube.

Deixo então a pergunta para Alex Brasil, ou para o presidente Bacellar, ou para ambos: Quando o Coritiba vai contratar um técnico?

SAV
RODRIGO

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2 comentários

  1. Maurício Cardoso disse:

    Acho que o Pacheco e melhor para o momento, trazer quem???

    [Reply]

    Rodrigo Vieira Reply:

    Depende da politica do clube. Se continua a mesma da época do Vilson, então, não há assédio a técnicos que estão formalmente empregados, o que faz o clube olhar apenas para as poucas opções disponíveis no mercado. Agora se a política mudou, aí o que depende é quanto o clube está disposto a pagar para trazer um técnico atualmente empregado.
    SAV

    [Reply]

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