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Lei de Ação e Reação

por
13/01/12

A lei de ação e reação pode ser aplicada para os últimos acontecimentos quando o tema é futebol paranaense.

Principalmente se observarmos a figura acima e notarmos que ela pode ser aplicada diretamente no âmbito social, portanto, desportivo e porque não dizer, político.


INICIO DO PRIMEIRO ATO

Há um tempo atrás um dos assuntos mais comentados aqui em Curitiba, foi a venda do Pinheirão.

As especulações começaram e o Coritiba segundo a imprensa, estava envolvido.
Nesta época tudo era possível.

Vieram os nomes das construtoras, valores envolvidos, passarinhos de tudo quanto é cor.

Leilão frustrado, valores revistos (para menor).

Num dia, tudo estava certo.
No dia seguinte, o papo mudou.

Helio Cury, presidente da FPF era o autor dos discursos.

O primeiro, de parecer favorável à negociação do imóvel.
O segundo, dando conta que 50% do valor da dívida com seu maior credor era financiado pela Federação Gaúcha de Futebol sendo a outra metade e sua origem, ainda uma incógnita.

FIM DO PRIMEIRO ATO


INICIO DO SEGUNDO ATO

Nova discussão, novamente envolvendo o Coritiba, agora relacionada à Copa do Mundo 2014.

O Clube Atlético do Paraná em ação conjunta com a prefeitura de Curitiba, indicou o estádio de sua propriedade para receber jogos referentes ao torneio. Não vou entrar no mérito nem na engenharia empregada para obter os recursos.

E vou copiar um trecho de nosso editorial:
Não foi o Coritiba quem pediu a Copa do Mundo na cidade. Não foi o Coritiba que informou ter 80% de seu estádio pronto para a disputa da competição. Por que teria o Coritiba que arcar com o prejuízo em seu estádio e gramado, com a possibilidade da disputa de até 3 jogos por semana em sua casa, sendo que não será beneficiado com a Copa do Mundo? Sem contar a possibilidade de perda de sócios do Coritiba com essa cessão. Quem pediu a Copa do Mundo em Curitiba foi o time rival que, na figura de seu atual presidente, garantiu o estádio para a Copa.

Para poder participar dos campeonatos que está habilitado, o Clube Atlético do Paraná precisa de um estádio e, segundo as opiniões da atual diretoria lá, a primeira opção é o Couto Pereira. E porque? Um dos motivos é porque o Couto Pereira é o único estádio com condições de atender os atuais 17mil associados.

A diretoria rubro negra fez alguma enquete para consultar os 17mil associados, sobre a possibilidade de mandar seus jogos no maior estádio do estado do Paraná? NÃO.

A diretoria rubro negra em algum momento veio conversar com a diretoria alviverde, sobre sua vontade em usar o Couto Pereira? NÃO.

A diretoria rubro negra preferiu usar da formalidade e ainda, com medo da repercussão, pediu para que tudo fosse divulgado no dia seguinte. Exemplo clássico da “crônica de uma morte anunciada”.

“O Coritiba não vai ceder o seu estádio para os jogos do Atlético. O clube encaminhou ofício à FPF informando esta decisão e vai aguardar o andamento do caso para tomar todas as providências necessárias com o objetivo de defender esta decisão e os interesses da nação coxa-branca.”

FIM DO SEGUNDO ATO


Alguns podem dizer que tudo isso não passa de um teatro, que tudo fora antes combinado.
Outros entendem que a ocasião faz o momento.

“Toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário”.
Essa é a terceira lei de Newton.

Então meu amigo torcedor, haverá terceiro ato? Por uma ação ou uma reação?

SAV
RODRIGO

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1 comentário

  1. Rafael disse:

    Boa Caverna…

    vamos esperar pra ver, ainda tem muitos frutos essa arvore… da ateh medo de “chacoalhar” …

    [Reply]

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