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Carta aberta ao Estado do Rio de Janeiro

por
8/06/15

Este desabafo não é apenas para moradores ou admiradores desse estado brasileiro tão belo e rico em histórias.

Muito menos é um texto apenas para amantes do futebol.

Há anos a população brasileira tem visto sua alma ser vendida e sua história ser massacrada, como se o que tivessem feito e construído no passado não possuíssem mais valor.

A bola da vez é o famoso pó de arroz da torcida tricolor. Tradição centenária e que esteve presente nos primórdios da história do futebol, história essa que caminhou junto com a evolução do nosso estado.

Quarta Feira, dia 10 de Junho, está marcada a audiência que julgará em definitivo a “ação do pó de arroz”. O advogado e blogueiro tricolor, Gustavo Albuquerque, junto com outro advogado tricolor, Gabriel Machado, conquistaram em 2008 o direito da volta do pó de arroz ao estádio.

Leia mais em: Pó de arroz eterno.

Antes proibida, a festa passou a ser liberada respaldada por uma liminar concedida e que sofreu inúmeras tentativas, por parte do Estado do Rio de Janeiro, de ser cassada.

Na época o principal responsável por tentar proibir e matar essa tão conhecida tradição, foi um procurador do estado do Rio de Janeiro, hoje atual vice jurídico do Clube de Regatas do Flamengo.

Mais que uma rivalidade regional, o que vemos é uma tentativa absurda de continuar a mutilar as tradições de um esporte que já vem sofrendo há tempos com esses tipos de decisões arbitrárias por parte daqueles que tem o comando em mãos.

Tirar o pó de arroz do mapa do futebol é como arrancar a Lagoa Rodrigo de Freitas da história do remo carioca. Inaceitável e inadmissível.

Fluminense, Rio de Janeiro, pó de arroz, tradição,

Careca, torcedor tricolor simbolo do pó de arroz.

Os desembargadores da décima câmara cível do Tribunal de Justiça tem praticamente um Fla x Flu para julgarem, só que dessa vez, infelizmente, o resultado dessa decisão pode entrar para história como uma das mais absurdas e desastrosas da história da justiça brasileira, caso a torcida tricolor tenha perda de causa.

Em caso de vitória nos tribunais, a torcida tricolor terá ampla liberdade de fazer suas festas com o tão tradicional pó de arroz que sempre esteve presente em sua história gloriosa.

Em caso de derrota, o pó de arroz estará proibido de maneira irrevogável dos estádios brasileiros, mesmo sem um indício ou prova sequer de mazelas que o pó de arroz traga a saúde ou integridade do torcedor que comparece ao estádio.

Lembrando que o tão falado “pó de arroz”, na verdade são sacos de talco que a torcida tricolor lança no ar para fazer sua festa.

Essa briga é de todos!

Saiba mais da história do Pó de arroz em: A mentira que ganhou ares verdadeiros, agora cai por terra.

Quarta feira, 13h, na décima câmara cível do Tribunal de Justiça. Todos que quiserem podem comparecer e acompanhar o julgamento.

 

#OPODEARROZNAOPODEACABAR

NÓS SOMOS A HISTÓRIA!

Saudações Tricolores,

Rafael Cruz

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Dúvidas, Sugestões ou Críticas só entrar em contato no: Sobrenatural_almeida@outlook.com

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