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Amarelinha Olímpica: O Brasil É Ouro No Futebol Masculino, Mas É Preciso Pôr Os Pés no Chão!

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22/08/16

Weverton, Luan, Neymar, Felipe Anderson e Rodrigo Dourado comemoram o título olímpico

 

Enfim, o tão sonhado Ouro Olímpico chegou para o futebol brasileiro.

Os garotos do Brasil conseguiram um feito inédito que craques como Gérson, Júnior, Falcão, Roberto Dinamite, Mauro Galvão, Taffarel, Bebeto, Romário, Rivaldo, Ronaldo e Ronaldinho não conseguiram.

Mas é preciso pôr os pés no chão e não deixar esse título subir à cabeça. Um novo trabalho vai ser iniciado com Tite. Hoje (01/09) já foi divulgada a lista dos 23 convocados para as partidas contra o Equador em Quito e contra a Colômbia em Manaus pelas Eliminatórias da Copa de 2018. A base dessa equipe para a próxima Copa pode ser formada por jogadores que estiveram nas Olimpíadas… ou não. Tudo vai depender de Tite. Mas não seria nenhum absurdo se ele realmente utilizasse jogadores olímpicos. Nessa convocação, por exemplo, 7 atletas olímpicos foram convocados (Weverton, Marquinhos, Rodrigo Caio, Renato Augusto, Gabigol, Gabriel Jesus e Neymar). É até coerente, visto que essa equipe se mostrou competitiva, mesmo não enfrentando grandes seleções (levando em conta que a seleção alemã não foi com força total para os Jogos Olímpicos).

Tite anunciou a convocação com 7 olímpicos

Agora, precisamos deixar claro algumas coisas aqui:

1º – Nos dois primeiros jogos a Seleção entrou com salto alto. Por isso forma mal contra a África do Sul e contra o Iraque. A recuperação do bom futebol só veio na partida contra a Dinamarca;

2º – Ao contrário do que eu havia escrito no post de análise das seleções favoritas ao ouro, o Renato Augusto não travou o meio de campo brasileiro, e sim, deu mais articulação, tendo feito uma grande decisão contra a Alemanha (assim como todo o time brasileiro);

3º – Não podemos levar esse ouro sobre a Alemanha como uma “vingança” do 7×1. Não eram as equipes principais. Não era a mesma situação. Aliás, não devemos esperar um novo 7×1 a nosso favor. Faz parte da história. Ficou na história. O futebol brasileiro precisa escrever novas histórias.

Neymar e Rodrigo Caio se abraçam depois da conquista do Ouro Olímpico

O ouro inédito dá a confiança que faltava para o futebol brasileiro retomar o bom futebol, e, quem sabe, voltar aos tempos áureos de outrora.

 

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