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Tricolor domina o jogo, mas só garante a vitória no apagar das luzes

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6/06/16

Último ato da batalha na Arena, Luan leva seus comandantes à glória e garante a vitória do Tricolor. (Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio)

Se no meio da semana fizemos parte de um dos melhores jogos do ano e tentamos quebrar um tabu que jogava contra nós, neste domingo foi dia de entramos em campo para uma batalha que não foi bonita, mas também tínhamos uma escrita, mas que desta vez precisava ser mantida e a nossa obrigação era não a deixar ser quebrada. Lá se vão 30 anos sem perder para o alvinegro campineiro em nossas terras. O Grêmio não sabe o que é perder para a Ponte Preta desde 1986, isso contando apenas os jogos na nossa Porto Alegre. Em confrontos diretos em geral, seja em nossas terras ou no interior paulista, são doze anos sem perder para a Macaca. Com um jogo recheado de polêmicas e bolas na trave, discussões e cartões, o momento sublime do jogo aconteceu em seu último ato. Uma pintura assinada por Luan garantiu ao Tricolor o retorno ao posto mais alto da tabela de classificação.

Quando a bola começou a rolar na Arena, o Grêmio mostrou que queria ter o controle do jogo e no primeiro contra-ataque que teve, o Tricolor mostrou uma parte do seu arsenal ofensivo. Luan aparece como um ponta pela direita e cruza para Giuliano e o camisa 8 do Tricolor mostra toda a sua capacidade técnica e COMO UM POMBO, estufa o peito e ajeita a bola para Everton, que faz o mais difícil e manda a bola para fora. O Tricolor seguia pressionando e com a marcação adiantada, até que Douglas roubou a bola na intermediária campineira e deixou para Luan, que tinha duas opções: tentar se consagrar ou servir Giuliano que entrava TÃO LIVRE NA ÁREA QUANTO UM PÁSSARO QUE VOAVA SOBRE A ARENA. O camisa 7 do Tricolor quis se consagrar e acabou parando nas mãos do goleiro João Carlos. Com um domínio ofensivo nos primeiros vinte minutos, Bruno Grassi assistiu de camarote o jogo na Arena. A ofensiva gremista seguia em frente, buscando CONQUISTAR O OBJETIVO FINAL DA BATALHA. Everton acertou o travessão e Geromel tentou um chute de fora da área, mas sem perigo ao goleiro pontepretano. A guerra da Arena teve o seu primeiro ato com a expulsão de Clayson, que COMO UM LUTADOR DE MMA, deixou o cotovelo em Edilson e deixou o Tricolor com um jogador a mais em campo ainda no primeiro tempo.

No segundo tempo, depois de se defender por quarenta e cinco minutos, a Ponte Preta resolveu atacar pela primeira vez e em contra-ataque, Nino Paraíba PARECIA UM RAIO pela ponta direita e o lateral pontepretano acertou um forte chute cruzado e Bruno Grassi deu rebote, para sorte do Tricolor, não havia nenhum jogador fardado de preto e branco dentro da área gremista. O Tricolor voltou a frente ofensiva e teve com Luan a chance de fazer a Arena explodir em festa, mas a cobrança de falta foi para fora. ENDIABRADO, Luan voltou a ser o homem forte do ataque gremista e deixou a bola na cabeça de Giuliano, que desviou o cruzamento, mas mandou para fora a bola. Após a jogada, Lincoln entrou voando no gramado e a partir dali começava um momento de emboscada gremista na intermediária campineira e que acabaria de uma das piores maneiras possíveis. Em seu primeiro toque na bola, Lincoln deixou Luan na cara do goleiro João Carlos, mas o chute foi no meio do gol. Luan, Geromel e Lincoln tiveram ENFIAR A PERONHA NO FUNDO DO BARBANTE, mas não tiveram sucesso. Mas o fim da investida gremista acabou aos 24 minutos, quando Lincoln devolveu a igualdade numérica ao jogo, DEIXANDO SUA ASA ABERTA para deixar o cotovelo em João Vitor. Com dez para cada lado, o 0 a 0 não parecia mais tão ruim para os dois lados, tanto que foram quase 20 minutos sem um arremate que levasse perigo aos goleiros. Tentando causar uma CATÁSTROFE em Porto Alegre, a Ponte Preta chegou com perigo já no final do tempo regulamentar. Gilson mandou a bola pelo chão e viu um Bruno Grassi atento, já quando Jeferson DISPAROU UM TIRO DE CANHÃO na direção da meta Tricolor, o arqueiro gremista saltou apenas para aparecer na foto do gol pontepretano, mas para a sorte de Grassi, a bola explodiu na trave. Quando o jogo parecia terminar sem gols, o Grêmio tentou o último ataque do jogo e o SOLDADO VESTIU SUA FARDA E ASSUMIU O POSTO DE CAPITÃO PARA DAR A VOZ DE VITÓRIA. Bola na área da Ponte e Kadu afasta, mas o rebote cai nos pés de Luan, que dominou a bola e DISPAROU UM TIRO DE CANHÃO em direção a João Carlos, que nada pode fazer, só restou ao goleiro se abaixar e lamentar, enquanto Luan se virou aos seus superiores e recebeu os louros da vitória.

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