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A zaga do Grêmio traçou o caminho da derrota no Pacaembu

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3/06/16

Em um dos melhores jogos que o futebol brasileiro pode ver na temporada 2016, o Grêmio foi até o Pacaembu para duelar contra o Palmeiras. Com um histórico deprimente jogando no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, o Tricolor entrou em campo para buscar a quebra de um tabu e a manutenção da primeira colocação no Brasileirão. O tabu em questão é a trágica campanha gremista no Pacaembu: 13 jogos, 10 derrotas e três empates.

Sem poder contar com Marcelo Grohe, convocado por Dunga para a FORMIDÁVEL Copa América Centenário, o Imortal entrou em campo com Bruno Grassi na meta. A tão falada e imbatível zaga Tricolor sucumbiu ao ataque palestrino em poucos instantes de bola rolando. Enquanto Geromel e Bressan ainda estavam entrando em campo DESFILANDO para a torcida Tricolor, o menino Gabriel Jesus surgiu como um raio no meio da zaga gremista e não teve dúvidas do que fazer, deixando o tabu mais perto de seguir vivo. Depois do gol palestrino, o jogo foi parado por causa dos SINAIS DE FUMAÇA QUE PEDIAM AOS CÉUS que o Grêmio não se acanhasse e buscasse reverter a sina de visitante agradável ao Palmeiras.

Os comandados de Roger Machado mostraram que não foram até a capital paulista apenas para presenciar as manifestações públicas/políticas que acontecem a todo o momento na cidade. Com o ataque inflamado para buscar o empate, Luan e Éverton tiveram suas chances, mas parecia que a pelota não os obedecia e insistia em passa ao lado dos postes defendidos por Fernando Prass. Se no ataque o Tricolor mostrava força, a zaga não deixava o torcedor tranquilo, se mostrando tão eficiente quanto enxugar gelo. Gabriel Jesus e Moisés deram trabalho ao TAPA BURACO Bruno Grassi. Quando parecia findar a primeira etapa, Bressan mostrou que pode ser útil no ataque (já que na defesa não consegue ganhar nem de uma borboleta), e aproveitou a bola de Geromel que por capricho beijou o travessão de Prass e fez o tento que igualou o marcador.

Luan não teve muitos espaços no Pacaembu. (Foto: Marcos Ribolli/GloboEsporte.com)

O segundo tempo teve um começo interessante, com Edilson deixando Moisés ESTATELADO NO CHÃO COMO UM PORCO NO ROLETE e cruzou para Giuliano virar o jogo para o Tricolor e deixando a torcida esperançosa em acabar com o tabu que pairava a vida gremista no Pacaembu. Só que não avisaram ao Roger Guedes que o Grêmio queria quebrar o tabu e com um gol tão BOM QUANTO PINTAR COM LUKSCOLOR, o avante verde encobriu Grassi e pôs fim ao desejo gremista de vencer o jogo. Mesmo debaixo de chuva, o jogo seguia num ritmo tão intenso quanto DANÇAR VANEIRA COM A PRENDA AMADA. A equipe palestrina voltou a ter mais força no ataque e mais uma vez, Gabriel Jesus, Moisés e Roger Guedes fitaram com a felicidade, mas depois do arremate se lamentavam. Se os atacantes não conseguiam fazer a pelota beijar a rede, o time paulista viu a sua dupla de defensores, Vitor Hugo e Thiago Santos, vencerem Bressan e Marcelo Hermes, respectivamente, para marcarem os gols que garantiram a vantagem palmeirense. Nos últimos momentos de bola rolando no Pacaembu, Edilson deu um drible NO VÁCUO e acertou um chute certeiro, que morreu no fundo das redes de Prass, mas sem tempo para poder almejar o empate e dando adeus ao posto de líder do Brasileirão.

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1 comentário

  1. José Miguel Vieira Prestes disse:

    Koreano, ouvi dizer que o Grêmio foi muito desfalcado para essa partida. Sei do Grohe e do Fred, zagueiro. Mais alguém que tivesse feito falta para este jogo e justificasse o número de gols tomados?

    Abraço!

    [Reply]

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