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A história Paranista…Grandes desde 1989!

por
28/11/11

Salve Nação Tricolor, que saudades hein!!!

O novo canelada está abalando as estruturas…Meu Grande Salve para os nossos chefes que fizeram este visual incrível!!!

E como irei falar do Tricolor nesta “estréia paranista” no novo canelada? Bom galera, falar dos momentos atuais do Tricolor seria lastimável para este novo blog, então começarei falando sobre a história paranista, começando em 1989:

A primeira participação envolvendo o Paraná Clube foi o Campeonato Paranaense de 1990, que iniciou-se em fevereiro. Depois de um longo campeonato o Paraná foi eliminado nas semi-finais terminando a competição em 3º lugar.
De fato, a primeira conquista paranista foi em 1990, quando o clube terminou em primeiro lugar em um quadrângular denominado Seletiva Qualificatória Paranaense para a Série C. Essa foi a alavanca que levou o Tricolor a Série C do Campeonato Brasileiro de onde novamente acabamos eliminados nas semi finais porém conquistando o acesso para a Série B em 1991 terminando em 3º lugar na classificação final dos quais 4 subiriam.

O primeiro treinador do clube foi Rubens Minelli, Tricampeão Brasileiro pelo Internacional – 1975 e 1976 e pelo São Paulo – 1977 a qual trouxe sua qualificada comissão técnica. O primeiro elenco tinha cerca de 50 jogadores, vindos do Colorado e do Pinheiros, mesclados entre atletas mais experientes e garotos revelados nas categorias de base.

Logo a fusão dos clubes deu resultados, com o Paraná conquistando o Campeonato Paranaense logo na sua segunda participação, em 1991, após empate contra o Coritiba por 1 a 1 no Couto Pereira. Após uma campanha impecável com 17 vitórias em 26 jogos e goleadas contra o Londrina por 6 a 1, o Tricolor do Paraná iniciava seu período de triunfos.

Após ser derrotado nas Semifinais do estadual de 1992, o clube jogara sua força na Série B de 92, quando de maneira incrível, conquistou o título após eliminar o forte Santa Cruz no Estádio do Arruda em Recife nas semifinais e derrotar heroicamente o Vitória em Salvador por 1 a 0 no Estádio da Fonte Nova. A partir de então, o clube paranista se tornava o novo membro do estado do Paraná na “Elite” do Futebol Brasileiro.

Ainda em 1992, o Paraná disputou sua primeira competição nacional de elite, a Copa do Brasil de Futebol. Na estreia, 1 a 1 com o Democrata, em Governador Valadares.Em Curitiba, vitória por 2 a 1.

No dia 18 de setembro, já pelas oitavas de final, uma vitória histórica sobre o Grêmio, primeira derrota da história dos gaúchos jogando em casa pela competição. O 1 a 0, contudo, foi ofuscado pela derrota na volta. O 2 a 1, sofrido em Curitiba, custou a eliminação pelo critério dos gols fora de casa.

O Paraná abriu uma grande dinastia no estado, sagrando-se Pentacampeão do estado nos anos seguintes – 1993 a 1997. O terceiro título consecutivo em 1995 (e quarto de sua história) teve um gosto de vitória a mais, já que derrotou o rival, Coritiba, por 1 a 0 com um gol heroico aos 45 minutos do 2º tempo no Estádio do Pinheirão com quase 30 mil torcedores. Em Tetra, em 1996 também repetiu o feito: vitória sobre o Coxa por 1 a 0 com um gol aos 43 minutos da etapa final por Ricardinho, no estádio do rival. Sob o comando de Rubens Minelli, em 1997, o clube paranista veio a conquistar o quinto título seguido, quando derrotou o União Bandeirante por 3 a 0.

Pela Copa do Brasil, o Paraná participou do campeonato em 1994 quando empatou na estreia contra o Inter, em pleno Estádio Beira-Rio, por 1 a 1. Em Curitiba perdeu pelo placar mínimo e saiu ainda na primeira fase.

Em 1995, o Paraná começou muito bem, vingando-se do futebol gaúcho. Na primeira fase, duas vitórias por 1 a 0 sobre o Juventude. Na sequência, mais dois triunfos pela contagem mínima sobre o Internacional. Nas quartas de final, empate sem gols na ida, com o Corinthians. Em jogão no Pacaembu, o Tricolor segurava o 1 a 1 que lhe garantia a vaga a menos de dez minutos do final. Contudo, um cochilo da zaga custaria a classificação.

Em 1996, o Paraná novamente chegaria às quartas de final. Dessa vez, contudo, as duras penas, marcando um só gol nos quatro jogos.Na primeira fase, 0 a 0 em Salvador e vitória por 1 a 0 sobre o Vitória em Curitiba. Diante do Botafogo, 180 minutos sem gols.Os dois 0 a 0 levaram aos pênaltis, onde o Tricolor fez 4 a 2 e seguiu. A seguir, o Tricolor da Vila veio a enfrentar o fortíssimo Palmeiras, tido então como melhor time do país. O Paraná jogou muito bem em São Paulo, sendo prejudicado pela arbitragem com um pênalti inexistente contra. No final, levou o 2 a 0 e complicou muito as chances. No jogo de volta, fraca atuação do Tricolor, derrotado por 3 a 1. Esse jogo ficou marcado por Saulo ter marcado seu 100º gol pelo Paraná.

Já em 1997, o então tetracampeão paranaense voltou a tropeçar contra o Colorado. Empate em 1 a 1 em Curitiba e derrota por 3 a 0 no Estádio Beira Rio.

Em 1994 o Paraná Clube é vice-campeão da Copa Cidade de Curitiba e em 1996 levanta o troféu de campeão do Torneio de Verão de Paranaguá em disputa de penalidades contra seu arqui-rival Coritiba.

Em 1998 o Paraná perde a chance do hexa-campeonato estadual, terminando a competição em terceiro. No Campeonato Brasileiro o clube conseguiu se manter na elite na última rodada vencendo o Flamengo na Vila Olímpica do Boqueirão e comemorando o gol do antigo rival Oséas, que jogava pelo Palmeiras, decretando o rebaixando do concorrente direto América-MG.

Foi no começo da década que o clube recuperou seu momento de glórias, após uma estiagem de títulos estaduais que se iniciou em 1998. Pela Copa do Brasil, o Paraná tinha novamente construído boas campanhas que eram “barradas” nas fases finais. Em 1998 o Tricolor do Paraná estreou bem contra o recém-rebaixado Fluminense, vitória por 2 a 0 no Maracanã, eliminando a necessidade de jogo de volta. Depois, a vitória por 1 a 0 em casa e o 1 a 1 em Belo Horizonte bastaram para eliminar o Atlético Mineiro na Copa do Brasil. Porém o sonho acabou nas quartas de final, duas derrotas pelo placar mínimo, diante do Santos.

Em 1999 o Paraná conseguiu sair ainda na 1ª fase, eliminado pelo inexpressivo Camaçari. Derrota por 2 a 0 na Bahia e vitória apenas por 2 a 1 em casa.

Em 2000, o Paraná estreou contra o Americano, classificando-se a duras penas: 1 a 1 em Campos dos Goytacazes-RJ e vitória de 2 a 1 em Curitiba. Na 2ª rodada, derrota por 2 a 0 para o Cruzeiro em casa, sem direito sequer a jogo de volta.

Pelo Campeonato Brasileiro de 1999, com diversas invenções da CBF que descaradamente benificiou os chamados grandes, aqueles do Clube dos 13 a se livrarem de uma Segunda Divisão. O que foi feito? Uma média de pontos do Brasileirão de 1998 e 1999. O Paraná terminou na 17º colocação em um torneio de 24 times e simplesmente nos jogaram para a Segunda Divisão, que no ano seguinte devido a esse e outros vários escândalos foi unificada a Copa João Havelange, dividida por módulos.

Também nessa época, o Paraná enfrentou a Copa Sul. Na primeira fase, 3 quadrangulares, passando os dois melhores de cada para as semifinais. O Tricolor, pelo Grupo B, classificou-se em 2º lugar, atrás do Internacional, com 3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas, marcando e sofrendo 11 gols. Nas semifinais, dois triangulares. De um lado, os três principais gaúchos (a dupla Grenal e o Juventude), do outro, o Trio de Ferro paranaense. O Tricolor estreou mal, apenas empatando, em casa, contra o Atlético Paranaense. No jogo seguinte, no Couto, novo empate, dessa vez com o Coxa. Os dois jogos foram 1 a 1. Na sequência, duas vitórias rubro-negras nos Atletibas (3 a 0 e 3 a 1) colocaram os atleticanos com a mão na vaga. Com sete pontos (contra dois dos paranistas) o Atlético entrou em campo em grande vantagem. O jogo era no Couto Pereira (mando adverso) e o empate bastava aos atleticanos naquele 28 de março. O Tricolor abriu 1 a 0, mas a pressão adversária parecia insuportável, incluindo um pênalti defendido por Régis. Faltando dois minutos para terminar a partida, novo pênalti para o rubro-negro. A torcida atleticana, maioria no estádio, já comemorava a vaga. Mas Régis fez o impossível. Defendeu o segundo pênalti na partida, decretando o 1 a 0 para o Tricolor, naquela que é considerada como uma das mais dramáticas vitórias da história do Paraná Clube. O resultado, contudo, não bastava. Com 5 pontos, contra sete do Atlético, o Paraná precisava ainda vencer o já eliminado Coritiba para levar a vaga. No dia 4 de abril, o Tricolor goleou por 4 a 2 e garantiu a classificação. Com melhor campanha ao longo do torneio, o Paraná ficou com a vantagem de mando na decisão. O primeiro jogo contra o Grêmio seria em Porto Alegre, o segundo em Curitiba e, havendo necessidade, o terceiro seria novamente de mando paranista. No dia 13 de abril, irreconhecível, o Paraná esteve muito mal, acabando sendo batido pelos gaúchos por 2 a 1. Cinco dias depois, o Tricolor paranaense voltou ao seu normal, fazendo 2 a 0 em grande estilo. Graças ao saldo de gols dos dois jogos, o Paraná ficou, além da já adquirida vantagem de mando, também podendo jogar pelo empate. Mas naquele 25 de abril, a sorte que o Tricolor teve contra o Atlético faltou contra o Grêmio. Em um Pinheirão absolutamente abarrotado, pois foi neste jogo que houve quebra de recorde de público do estádio, com 45.122 pagantes (55 mil foi o público estimado, milhares de pessoas passaram a catraca sem que a catraca que em diversos momentos deram problemas pudessem ser computador) os gaúchos abriram 1 a 0. Daí para frente o Paraná perdeu gol de todas as formas possíveis e impossíveis. O jogo terminou mesmo 1 a 0 para os gaúchos, numa das derrotas mais choradas pela torcida paranista. Restou a torcida a lamentar mais ainda ao pensar que se a final fosse em apenas 2 partidas, como de costume em todos os campeonatos o Tricolor seria o Campeão da Copa Sul-Brasileiro pelo saldo. Com o resultado, o Paraná, vice-campeão, acabou ganhando o direito de disputar a Copa Conmenbol.

Vice-campeão da Copa Sul, o Paraná ganhou direito de disputar a Copa Conmebol (que seria extinta no final daquele ano) graças a desistência do campeão da copa regional, o Grêmio, o Paraná Clube foi o segundo time do estado a participar de uma competição oficial internacional, antes mesmo de clubes quase centenários do estado. Contudo, o Paraná desprestigiou por completo a competição: A competição foi realizada nos meses finais de 1999, de onde o Paraná Clube estava desesperadamente envolvido com a disputa do brasileirão, o time principal foi poupado. Assim, acabaram inscritos reservas e juniores do Paraná. Na primeira fase, diante do San Lorenzo paraguaio, vitória em Curitiba por 1 a 0 (gol de Juliano) e derrota no Paraguai por 2 a 1 (Evandro). Com a expulsão do goleiro, o atacante Flávio (posteriormente conhecido como Flávio Guilherme) foi para o gol. E acabou herói, defendendo 3 penalidades e garantindo triunfo paranista por 3 a 1 naquelas cobranças. Nas quartas de final, derrota em Córdoba, Argentina, por 1 a 0 e vitória em Curitiba pelo mesmo placar (Deivison) diante do Talleres. Nos pênaltis, 3 a 1 para os argentinos e a eliminação. O próprio Talleres acabaria campeão da Copa. Esse foi mais um título nas mãos do Paraná Clube em que a torcida lamenta até hoje, jogando com sua equipe principal jogaríamos no mínimo a final do torneio e consequentemente o clube poderia ser o primeiro do estado a ser campeão continental, fato que até hoje nenhum clube paranaense conseguiu.

Porém, foi na Copa João Havelange realizada em 2000 que recuperou o poder avassalador do paranista no cenário nacional. Com a confusão armada pelo Gama contra a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o Botafogo, o Campeonato Brasileiro acabou não surgindo, entrando em seu lugar a Copa João Havelange. A partir daí, regras e regulamentos foram deixados de lado, permitindo a entrada de clubes como Fluminense, Bahia, Juventude, América Mineiro e o próprio Botafogo na competição, mas que na verdade deveriam estar na antiga Segunda Divisão. Com o campeonato inchado, devido a presença de 114 equipes divididas em módulos azul, amarelo, verde e branco, o Clube dos Treze recusou a presença do Paraná Clube entre as principais equipes, o colocando no Módulo Amarelo.

Com o terceiro lugar no grupo classificatório, o clube conseguiu chegar na final do Módulo após as fases eliminatórias. E assim como em 1992, o título veio fora de casa contra o São Caetano com um gol de Frédson aos 41 minutos do 2º tempo, sacramentando a volta Paranista à “Elite” do Futebol Brasileiro pela porta da frente e jogando inclusive à elite no mesmo ano, essa que seria uma das melhores participações paranistas em Campeonatos Brasileiros, chegando as quartas de finais eliminado pelo Vasco da Gama e sendo o melhor clube paranaense no Brasileirão daquele ano.

Nesse período o Paraná foi por duas vezes vice-campeão Paranaense, em 2001 e 2002, nos anos seguintes 3 campeonatos com atuações desastrosas. Em 2004 um quase rebaixamento no estadual que nos rendeu a disputa e o título do Torneio da Morte, feito também realizado pelo rival do fim da rua.

Em 2002 uma excursão para a Ucrânia foi realizada, vitórias sobre o Karpaty (1×0), Combinado da Galitchna em Tchervonograd (2×0) e a mais importante de todas, vitória sobre a Seleção Olímpica da Ucrânia por 1 a 0 renderam um troféu simbólico pela passagem vitoriosa em terras estrangeiras.

No Campeonato Brasileiro também obteve discretas atuações, tendo como destaque a 10° colocação em 2003 tendo um elenco muito forte, que até hoje a torcida escala de cor, obtendo vaga a sua primeira Copa Sul Americana. Já em 2005 outra boa campanha e a 7º colocação foi alcançada deixando o gostinho e o sonho de disputar a Copa Libertadores mais próxima.

Na Copa Sul Americana de 2004 (segunda participação oficial paranista em torneios internacionais) foi fraca. No primeiro jogo realizado no Pinheirão vitória ‘magra’ sobre o Santos, 2×1. Já na Vila Belmiro a equipe santista bateu o tricolor por 3 a 0 passando a próxima fase.

De títulos nesses anos apenas a Copa Vila Velha em 2004 e do Torneio Quadrângular em Tangará da Serra-MS com o clube utilizando os jogadores das categorias de base.

Depois da fase das ‘vacas magras’ quando foi vice-campeão estadual em 2001 e 2002. No início do Século 21, a tabela da Copa do Brasil foi divulgada sem a participação do Paraná, gerando revolta em Curitiba. Após duas semanas de muita confusão, o Bandeirante-DF, convenientemente desistiu de participar, abrindo vaga para o Tricolor. O esforço fora do campo foi muito maior que dentro dele. Com derrota de 3 a 1 no Ceará e empate por 2 a 2 em Curitiba, o Ceará despachou o Paraná já na estreia. Ainda pela Copa do Brasil de Futebol, no ano de 2002, o Paraná estreou com uma vitória de 3 a 1 sobre o Bragantino, em Bragança Paulista, eliminando o jogo de volta. A seguir, o Paraná fez 2 a 0 sobre o Guarani. Já em Campinas, empate em 1 a 1 e a classificação. Pelas oitavas de final, grande vitória, de virada, por 3 a 1 sobre o Botafogo, em pleno Maracanã. Novo empate em 1 a 1, em Curitiba, no jogo de volta, foi suficiente para seguir adiante. Nas quartas de final, derrota em São Paulo para o Corinthians por 3 a 1. No jogo de volta, o Tricolor abriu o 1 a 0 no início da 2ª etapa. O Paraná pressionou muito no resto do jogo, mas foi incapaz de chegar ao gol que lhe daria a vaga.

Em 2004, o clube da Gralha-Azul voltaria a marcar um novo feito com quase 15 anos de história: a participação na Copa Sul-Americana de 2004, após um satisfatório 10º lugar no Brasileirão. Porém, a estreia foi frustante, quando foi eliminado logo na 1ª rodada do torneio, ainda em sua fase nacional. O adversário paranista foi o Santos, que seria Campeão Brasileiro daquela ano. Na estreia, no Pinheirão, o Paraná ainda venceu. O jogo acabou 2 a 1, gols de Fernando e Maranhão. Na partida de volta, entretanto, triunfo dos paulistas por 3 a 0 e consequente eliminação. Ainda pelo ano de 2004, uma insatisfatória campanha no Paranaense, o suficiente para brigar para não ser rebaixado.

No ano seguinte, nova frustração pelo Campeonato Paranaense, mas em contra-partida, o 7º lugar no Brasileirão, capaz de levar o clube paranista para a Copa Sul-Americana de 2006, quando o Paraná não passou da primeira fase após duas derrotas para o rival, Atlético Paranaense. No mesmo ano de 2006, o Paraná conquistava o 7º título estadual com apenas duas derrotas, após 9 anos sem título.

O fim do ano de 2006 terminou da melhor maneira possível: 5º lugar no Brasileirão e vaga garantida à Taça Libertadores da América de 2007. Na 1ª fase, enfrentou o Cobreloa, do Chile, em duas partidas eliminatórias. A primeira, em Calama, terminou com uma vitória paranista por dois gols a zero. A segunda, em Curitiba, terminou num empate de um a um. Consequentemente, a equipe do Paraná se classificou para a fase de grupos, onde enfrentou Flamengo, Real Potosí e Maracaibo. Com uma campanha razoável, terminou a fase em 2º lugar, com 9 pontos, à frente de Real Potosí, que fez 6 pontos, e Maracaibo, que fez apenas 2, e atrás do Flamengo, que fez 16 pontos, classificando-se, assim, para as Oitavas de Final, onde enfrentou o Libertad, do Paraguai. Perdendo em Curitiba por 2 a 1 para os paraguaios, o Paraná conseguiu empatar em 1 a 1 no Paraguai, mas o resultado não foi suficiente para levar o time para as quartas de final.

No estadual de 2007, o Paraná perdeu o Bicampeonato para Atlético Clube Paranavaí após empate sem gols.

Em 2008, o Paraná voltou a participar da Copa do Brasil. Estreou na competição contra o Trem Desportivo Clube, jogando em Macapá, em jogo polêmico e que terminou sem gols. Na partida de volta, na Vila Capanema, o Paraná ganhou fácil por 4 a 0. No final da partida, o então diretor de futebol Durval “Vavá” Lara Ribeiro surpreendeu em anunciar a contratação do veloz atacante Diego Ratinho, do time amapaense. Na fase seguinte, o Paraná enfrentou o Vitória – BA. A primeira partida foi em Curitiba, onde o Tricolor derrotou o time baiano pelo placar mínimo, com um gol anotado por Joelson, que aproveitou a sobra de bola após linda cobrança de falta de Léo. O jogo foi marcado pela grande festa da primeira aparição em campo do novo mascote do Paraná Clube, a renovada Gralha Azul. O segundo jogo foi disputado no estádio Barradão, em Salvador, e acabou com o resultado de 2 gols a 1 a favor do time rubro-negro, mas, o resultado classificou o tricolor. O próximo adversário era o Internacional. Na primeira partida, em Curitiba, o Paraná Clube jogou um futebol primoroso, e ganhou por 2 a 0. No Beira-Rio, em Porto Alegre, aconteceu a partida mais polêmica da competição. Pelo jogo de volta, estádio lotado, e o compromisso colorado de avançar de fase a qualquer custo. Porém, o Paraná começou a mil e abriu o placar. Em um jogo polêmico e repleto de expulsões que prejudicaram o clube paranista, o favoritismo do Inter prevaleceu e eliminou o Tricolor da Vila por 5 a 1.

No ano de 2010 o clube lutou para permanecer na segunda divisão do campeonato nacional, mas a mesma sorte não ocorreu na temporada de 2011 no campeonato regional. O clube fez um péssimo primeiro turno no Campeonato Paranaense de 2011 e, mesmo após uma pequena reação no segundo turno, o tricolor paranaense foi rebaixado para a divisão de acesso em 2012 ao empatar, na tarde de sábado, dia 22 de abril de 2011, com o Arapongas em 2 x 2 dentro de seu próprio estádio e no campeonato brasileiro o Tricolor da Vila garantiu sua permanência na série B, na última rodada contra o Bragantino, vitória de 1×0 na Vila Capanema.

Por enquanto é isso meus amigos…

Nosso próximo encontro terá mais sobre a história paranista, desta vez apenas com os maiores artilheiros da história Tricolor….

AVANTE MEU TRICOLOR!

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