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[Semana do Goleiro] Zetti – A muralha tricolor

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24/04/15

Um goleiro que foi estadual, campeão Brasileiro, da Libertadores duas vezes, Mundial duas vezes com seu time e uma vez com a seleção, Copa Intercontinental, Recopa, Supercopa da Libertadores, Copa dos Campeões Mundiais está entre os mais importantes não apenas do clube, mas também do Brasil; Esse foi Zetti.

Dono da camisa 1 do São Paulo por 7 anos, Zetti jogou na era de ouro do tricolor paulista. Era o goleiro de confiança de Telê Santana e jogou no time de Raí, Palhinha, Muller, Cafú, Leonardo e muitos outros astros do futebol nacional.

[Semana do Goleiro] Zetti – A muralha tricolor

foto: agência Estado

Zetti era um goleiro extremamente seguro e de muita classe. A “muralha tricolor” enfrentou um Romário, na final do Mundial de Clubes , em sua melhor fase no Barcelona. Encarou o poderoso Milan e venceu todos. Figurou entre os maiores do mundo no começo dos anos 90 e não foi por acaso. Enfrentar Zetti era uma pedreira e muito atacante tremeu à sua frente.

Apesar do tamanho tinha uma agilidade incrível e um reflexo impressionante. Fez inúmeras defesas de chutes e cabeçadas na pequena área.  Se fosse hoje em dia apareceria recorrentemente no Fantástico com o Tadeu Schimdt dizendo: “ e o Zetti como um gato (aí entra a sonoplastia)defendeu essa bola de Renato Gaúcho na pequena área”.

Zetti foi dos poucos goleiros que vi conseguir encaixar bolas de pênaltis. Era uma monstruosidade o que agarrava. Ele é o primeiro goleiro brasileiro, que eu lembro, muito bom em fazer o que se chama de “defesa de futsal” usando as pernas em chutes rasteiros. O arqueiro também era habilidoso com os pés e deixou muito torcedor de cabelo em pé driblando atacante na sua área de defesa.

Zetti chegou ao São Paulo cuja camisa 1 tinha sido defendida por Valdir Peres, Martorelli e para ser o reserva de ninguém menos que Gilmar, goleiro que também foi campeão em 94 da Copa do Mundo. A responsabilidade não foi apenas assumida como colocada em um patamar acima, mas o goleiro que substitui Zetti no São Paulo elevou a níveis estratosféricos quaisquer comparações, mas a “muralha” estará sempre na memória do torcedor tricolor.

Salve o tricolor paulista!

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