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A bicicleta, o voleio e o choro

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7/04/17

A bicicleta, o voleio e o choro foi a obra apresentada na Ilha ontem

O futebol é arte e o Sport ontem fez uma obra de arte chamada “ A bicicleta, o voleio e o choro”. Foi apenas o primeiro ato, de uma verdadeira estreia na competição sul americana contra o Danúbio do Uruguai.

Esquema tático

Foi nítido que o time estava travado com a mudança do esquema tático promovido por Ney Franco e o começo do jogo foi truncado. O posicionamento de Diego e Everton Felipe com mais liberdade para os dois, fez bem aos nossos meias, que passaram a ter Rithely como um volante livre e mais avançado. O rendimento do time subiu muito com isso.

A Bicicleta

Fazer gol de bicicleta já é algo raro, mas uma assistência? Isso é algo que só um jogador muito acima da média, como é Diego Souza, pode fazer. Recebeu um toque de Everton Felipe, se viu de costas para o gol, perto da linha de fundo e, em um lance de futebol de areia, levantou a bola e mandou uma bicicleta, que Rithely completou de cabeça para abrir o placar.

A bicicleta, o voleio e o choro. Diego Souza tá voando. (foto: ne10)

A bicicleta, o voleio e o choro. Diego Souza tá voando. (foto: ne10)

Rithely

Com mais liberdade, depois da mudança de esquema, Rithely subiu exponencialmente de produção e voltou a aparecer como homem surpresa na área, o que lhe rendeu um gol ontem. Ney Franco tem sabido usar bem o talento do camisa 21 e parece que seu rendimento está longe do ponto máximo.

O voleio

Que Diego Souza adora fazer gol bonito não é nenhuma surpresa; Que o digam Campinense, Santa Cruz, Grêmio e Atlético-PR, só para citar alguns. Ontem, Rithely lançou André, que deu uma bicicleta, mas a defesa rebateu e sobrou para Rogério, cuja solução para não perder o lance foi mandar outra bicicleta e a defesa afastou de novo e aí, Diego Souza pegou perto da meia lua e mandou um belo voleio tirando do goleiro e fez mais um belo gol. Sport 2×0.

O Choro

Fabrício, com apenas 18 e um bigode de dar inveja ao Valdir, tem sido uma grata surpresa e uma prova viva da falta de experiência e visão que não permitiram Daniel Paulista ter um futuro mais longo como treinador. O camisa 20 nem era relacionado e desde que entrou se transformou em uma peça crucial para o equilíbrio do meio campo rubro-negro, deixando Rodrigo no banco, e colocando Neto Moura e Ronaldo no limbo. O garoto fez um belo gol de falta e chorou o choro dos vencedores; foi um choro que se respeita.

Porém

André segue em baixa e precisa tomar cuidado para não  ir viver no banco do esquecimento em breve.

BELA VITÓRIA

PELO SPORT TUDO!

 

 

 

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